Tecnologia, futuro do emprego e a revolução digital

A quarta revolução industrial, conhecida como Indústria 4.0, envolve robôs, inteligência artificial, internet das coisas e irá alterar não só a forma como trabalhamos, mas também como nos relacionamos e vivemos, como já falamos aqui.

Os robôs vêm assumindo papéis em ambientes de trabalho desde muitos anos atrás, normalmente atuando em processos repetitivos e em fábricas, ao mesmo tempo que eficientes, totalmente limitados e dependentes dos humanos. Isso no século XXI já está mudando e irá se transformar ainda mais!

Com todo o avanço tecnológico, a comunicação de alta velocidade, inteligência artificial e alta potência irão trabalhar em conjunto. Originando, assim, robôs mais inteligentes, flexíveis, comunicativos e muito menos dependentes, além de mais fáceis e acessíveis. 

Fonte: en.sanbot.com

Como podemos ver aqui na Pluginbot, o humanoide Sanbot, por exemplo, é a união perfeita entre homem e máquina, possuindo mais de 60 sensores que permitem uma percepção dinâmica do ambiente. A Alice, robô com reconhecimento visual e de voz, é capaz de receber, redirecionar e interagir com as pessoas. E o Segway Loomo possui rápida adaptação em diferentes terrenos, apresenta firmeza e segurança, e pode ter a função de vigilante até transporte de pessoas.

Apesar desse aprendizado profundo, as máquinas não são tão inteligentes quanto os humanos. A ideia é que elas façam tarefas repetitivas e permitam ferramentas robóticas de qualidade, poupando os humanos dessas atividades e permitindo que eles se concentrem mais no desenvolvimento de negócios, na criatividade e na ciência. 

Segway Loomo

A tecnologia é desenvolvida para somar e nos auxiliar, nunca para nos prejudicar e muito menos nos substituir. A cada emprego que deixa de existir, três novos surgem, são diferentes oportunidades em um novo momento da economia e do mercado de trabalho.

O humanoide Pepper já falou sobre isso com os pluguers Gil Giardelli e Álvaro Manzione, e deixou bem claro a relação homem-máquina:

Nós, seres humanos, teremos mais tempo para nos dedicar em questões que nos tornam humanos. Cabe a nós definir se a indústria 4.0 irá gerar robôs para trabalhar para nós, conosco ou contra nós.

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