Pepper: o robô projetado para interagir com humanos

O robô Pepper, desenvolvido pela Softbank, foi primeiramente apresentado ao público em 2014.

Sendo o primeiro robô humanoide da marca, Pepper vem equipado com dispositivos de reconhecimento facial e de voz, bem como a capacidade de ler o estado emocional de quem se comunica com ele. Considerado um robô social, ele vem para facilitar alguns processos, especialmente em situações de informação, condução e interação com o público.

O uso do termo robô social revela que Pepper não é apenas um robô doméstico funcional como os que já conhecemos, ele transforma os ambientes nos quais é inserido, melhorando relacionamentos, aumentando a qualidade de vida, conectando as pessoas com o mundo e até divertindo quem interage com ele.

Criado para fazer as pessoas mais felizes, Pepper é o que chamamos de emotional robot, ou robô emocional, para interagir com ele basta chegar perto e falar, através da nossa plataforma é possível estabelecer ações e comandos para o robô, o que melhora seu desempenho.

Um dos maiores desafios em Inteligência Artificial, é a capacidade de comunicação com humanos, mas para quem já teve contato com Pepper sabe que ela tem uma ótima capacidade de se relacionar, devido às câmeras e sensores equipadas, há um dinamismo em sua atuação.

Para facilitar a interação com o usuários Pepper vem equipado com um tablet em seu peito, que melhora a comunicação permitindo que se mostre imagens e conteúdos para oferecer um melhor atendimento. Além disso, ferramentas de reconhecimento de linguagem estão equipadas para detectar 15 idiomas diferentes.

Agora, porque Pepper? Pepper é um nome que reflete uma personalidade brilhante, então ao buscar um nome que traduz o único, inesperado, impactante e que fosse fácil de ser pronunciado em todo mundo, Pepper foi a escolha ideal.

Como robôs são agênero, Pepper pode ser considerado como mulher ou homem, tudo depende de quem fala com o robô. De acordo com os criadores, os robôs não devem ser considerados como objetos e sim como uma espécie artificial.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *